domingo, 19 de dezembro de 2010

Plano de Ação e Revitalização do Conselho Escolar.

Objetivo:
·         Zelar pela transparência da gestão pública na área educacional, garantindo o funcionamento efetivo autônomo e articulado.

Justificativa:
·         Dentre as ações voltadas a assegurar a qualidade da Educação Básica, o Ministério da Educação – MEC, no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE, tem como um dos seus eixos prioritários a gestão democrática da educação que implica em promover maior autonomia da escola para deliberar a cerca de assuntos que lhe são pertinentes, como alocação de seus recursos financeiros, bem como sobre o projeto político pedagógico mais adequado ao contexto da comunidade que a escola está inserida. Nessa perspectiva o Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares tem o propósito de atender à demanda social de qualificar a atuação dos Conselhos Escolares com base no principio constitucional da gestão democrática.Dessa forma o Colegiado Escolar representa a comunidade escolar e local, atuando em conjunto e defendendo caminhos para deliberação sobre assuntos de sua responsabilidade, tornando assim um espaço privilegiado de discussão, negociação e promovendo a cultura da gestão democrática.
Ao se compreender a importância da atuação do Conselho Escolar, destacamos a necessidade de organizar periodicamente assembléias por segmentos onde estes debaterão questões administrativas, pedagógicas e financeiras. Esse movimento provocará o exercício da gestão democrática .Cada segmento encaminhará suas observações através de seus representantes, dessa forma o colegiado desempenha suas funções consultivas deliberativas e fiscalizadoras na busca de uma escola pública de qualidade que garanta o sucesso e a permanência dos alunos desta rede de ensino.
As escolas públicas da Bahia têm avançado no processo de democratização da gestão, ao implantar os Conselhos Escolares, para que este órgão colegiado se efetive de fato é necessário a implementação da formação continuada dos Conselhos Escolares visando o fortalecimento da democratização da gestão para que encontre seu foco na essência da tarefa educativa que é promover a aprendizagem com qualidade.
Nessa trajetória, a atuação do Conselho Escolar torna-se indispensável, por representar a instância que deve contribuir para o processo de democratização da gestão e cabe a ele articular os diferentes interesses presentes na escola, por meio dos representantes dos diversos segmentos que compõem.
O que se percebe no Conselho Escolar dessa unidade de ensino é o despreparo tornando assim incapaz de desenvolver suas funções e de propiciar espaços de participação em todos os níveis de prática educativa. Dessa forma é necessário desenvolver projeto de formação continuada para fortalecer o Conselho Escolar, para que ele possa desenvolver suas funções acreditando que as mudanças em educação só se efetivam pelo o caminho da reflexão de todos os segmentos envolvidos.
No dia 08 de Dezembro 2010 realizou-se o processo seletivo para o Colegiado Escolar referente ao biênio 2011-2012 com a participação de 24 pais, 157 estudantes, 7 funcionários,16 professores e 4 pessoas da comunidade local.Finalizando o processo seletivo para o Colegiado Escolar foi eleita a comissão  representada por segmento de pais: Cícera Lima da Silva suplentes: Carmidélia Pereira de Sena e Maria Celeste Bonfim da Silva ,segmento de docente: Sônia Araújo de Souza suplente: José Maria Martins Ferreira, segmento funcionário: Maria Lecinha de Brito suplente: Deraldina de Castro Dourado Barreto, direção Eliane Lacerda Machado, suplente Auta Ferreira de Santana Machado.


Ação
Responsável
Envolvidos
Cronograma
Produto/Instrumento de evidências
Eleição: Revitalização do Colegiado Escolar
Gestores e segmentos da comunidade escolar
Pais, Funcionários, Alunos Gestores e comunidade
30/11/10 – Reunião para Formação de Chapa dos segmentos.
01 a 07/12/2010 Campanha eleitoral.
08/12/2010 Eleição do Colegiado
Ata de Reunião
Ata de Votação
Boletim de Resultado da Eleição
Termo de posse

Programa de formação do Conselho Escolar.
Tema: Conselho Escolar: Democratização da Escola e construção da Cidadania
Professor Adolfo Stolze
 Comissão     Eleita do Segmento da comunidade Escolar
10/01/2012 – Palestra no turno Matutino
Ata de Participação.
Programa de formação do Conselho Escolar.
Tema: Conselhos escolares de aprendizado na escola
Professor Adolfo Stolze
Comissão     Eleita do Segmento da comunidade Escolar
10/01/2012 – Palestra no turno vespertino
Ata de Participação.
Programa de formação do Conselho Escolar.
Tema: Conselho Escolar e o aproveitamento significativo do tempo pedagógico
Professora: Ana Quitéria Vilela Dourado
Comissão     Eleita do Segmento da comunidade Escolar
11/01/2012 – Palestra no turno Matutino
Ata de Participação.
Programa de formação do Conselho Escolar.
Tema: Indicadores da qualidade escolar
Professora: Ana Quitéria Vilela Dourado
Comissão     Eleita do Segmento da comunidade Escolar
11/01/2012 – Palestra no turno Vespertino
Ata de Participação.
Programa de formação do Conselho Escolar.
Tema: Conselho Escolar e o financiamento da Educação no Brasil
Professora: Eliane Lacerda Machado
Comissão     Eleita do Segmento da comunidade Escolar
12/01/2012 – Palestra no turno Matutino
Ata de Participação.
 Colegiado Escolar: Participação na semana pedagógica.
Todos os professores da unidade escolar e segmentos representados
Comissão     Eleita do Segmento da comunidade Escolar, gestores e professores
Semana pedagógica em fevereiro data a definir
Ata de Participação.
Colegiado Escolar: Escolha do cardápio da merenda escolar
Gestores e Colegiado
Gestores e Colegiado
Fevereiro
Cardápio elaborado


Colegiado Escolar: Participação da alocação dos recursos financeiros
Gestores e Colegiado
Gestores e Colegiado
Fevereiro, Março, Abril, Maio, Junho e Julho
Prestação de Contas /Transparência na Escola

quinta-feira, 28 de outubro de 2010


DIRETORIA REGIONAL DE CAPOEIRA DA REGIÃO DE IRECÊ CONTRIBUINDO PARA ABRILHANTAR A EXPOSIÇÃO DE ARTE.

JOSÉ DAS VIRVENS PREFEITO DA CIDADE DE IRECÊ PARTICIPA DA EXPOSIÇÃO DE ARTES CONTEMPORÂNNEA JUNTAMENTE COM A DIREÇÃO ELIANE LACERDA e AUTA SANTANA, PROFESSORES DULCE  e NILVANA e ALUNOS.
                                                                 EXPOSIÇÃO REALIZADA PELOS ALUNOS DA EJA.
                                                                 TRABALHO REALIZADO PELOS ALUNOS DA EJA.
                                                                  TRABALHO REALIZADO PELOS ALUNOS DA EJA.

Não era artista, era filósofo; não era pintor, era poeta; não defendia a nacionalização da arte, como os modernistas de sua época, mas, ao contrário, entendia a expressão artística em seu sentido mais amplo, universal, entrelaçando todas as correntes de pensamento e estética; não se fixava na natureza, mas no ser humano, conseqüentemente, não pintava paisagens, marinhas ou naturezas mortas, mas somente seres humanos, em momentos triviais: nem angústia, nem desespero, nem perplexidade; apenas o cotidiano das pessoas.
EXPOSIÇÃO DE ARTES REALIZADO PELOS ALUNOS DA EJA.
                                                   EXPOSIÇÃO DE ARTE REALIZADO PELOS ALUNOS DA EJA.

Pintora Brasileira que fez grande sucesso com suas obras ela fez parte do  movimento modernista.
                    ARTES REALIZADO PELOS ALUNOS DA EJA.
                           TRABALHO REALIZADO PELOS ALUNOS DA EJA.

       Anita Malfatti foi uma importante e famosa artista plástica (pintora e desenhista) brasileira. Nasceu na cidade de São Paulo, no dia 2 de dezembro de 1889 e faleceu na mesma cidade, em 6 de novembro de 1964. Em 1917, Anita Malfatti realizou uma exposição artística muito polêmica, por ser inovadora, e ao mesmo tempo revolucionária. As obras de Anita, que retratavam principalmente os personagens marginalizados dos centros urbanos, causou desaprovação nos integrantes das classes sociais mais conservadoras.
                           TRABALHO REALIZADO PELOS ALUNOS DA EJA.

- Di Cavalcanti: um dos grandes pintores e ilustradores brasileiros
- Desde jovem demonstrou grande interesse pela pintura. Com onze anos de idade teve aulas de pintura com o artista Gaspar Puga Garcia.
- Seu primeiro trabalho como caricaturista foi para a revista Fon-Fon, no ano de 1914.
                                  Réplica produzida pelos alunos da EJA.

 
Antropofagia - Nesta tela temos a junção do "Abaporu" com "A Negra". Este aparece invertido em relação ao quadro original. Trata-se de uma das telas mais significativas de Tarsila do Amaral. 

SEMANA DE ARTE CONTEMPORÂNEA NO COLÉGIO JOEL 2010

MURAL DO COLÉGIO JOEL CONFECCIONADO PELOS ALUNOS DA EJA

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

MURAL DO PROJETO ÁGUA É VIDA.


                                                        TRABALHOS DESENVOLVIDOS



                                       PALESTRA COM REPRESENTANTE DA EMBASA



                                                       APRESENTAÇÕES DE ALUNOS






Postado por Francisca e Auta em 26/10/2010.

PROJETO ÁGUA É VIDA EM 2010


A água é um recurso natural de valor inestimável. Mais que um insumo indispensável à produção e um recurso estratégico para o desenvolvimento econômico, ela é vital para a manutenção dos ciclos biológicos, geológicos e químicos que mantêm em equilíbrio os ecossistemas. É, ainda, uma referência cultural e um bem social indispensável à adequada qualidade de vida da população.


Postado por Francisca e Auta em  26/10/2010

PROJETO SOBRE CONSCIÊNCIA NEGRA APRESENADO EM 2009.


O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de Novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A semana dentro da qual está esse dia recebe o nome de Semana da Consciência Negra.


Postado por Auta em 22/10/2010

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

PALESTRAS DO MAANAIM



Uma das abordagens para se trabalhar na escola tal assunto é propiciar ao estudante adolescente, aos jovens de ensino médio aprenderem a relacionar consigo mesmo; aprenderem resolverem seus conflitos internos; criando perspectivas de vida saudável; incentivá-los correrem atrás de seus projetos motivando-o.   Cabe a escola orientar, abrir espaços dando meios para que os adolescentes e os jovens procurem lapidarem-se e assim terem condições de atingirem seus objetivos dentro de seus limites

Postado por Francisca e Prof. Adolfo em 22/10/2010.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

INTRODUÇÃO

Em nossa sociedade, a escola pública, em todos os níveis e modalidades da Educação Básica, tem como função social formar o cidadão, isto é construir conhecimentos, atitudes e valores que o tornem o estudante solidário, crítico, ético e participativo. Para isso modalidades da Educação Básica, tem como função social formar o cidadão, isto é, construir conhecimentos, atitudes e valores que tornem o estudante solidário, crítico, ético e participativo. Para isso é indispensável socializar o saber sistematizado, historicamente acumulado, como patrimônio universal da humanidade, fazendo com que esse saber seja criticamente apropriado pelos estudantes, que já trazem consigo o saber popular, o saber da comunidade em que vivem e atuam.

A concretização do exposto só será viável, se contarmos com escolas dirigidas por pessoas especializadas na área, que saibam lidar e compreender as diversidades sócio – culturais. O desafio da educação continua sendo tornar o estudante competente para que possa ler e entender aquilo que esta registrado no mundo, nas diferentes situações de comunicação e nas diferentes tarefas de interlocução em que como cidadão estamos inseridos.

Este desafio implica desenvolver práticas que envolvam a forma escrita da língua e também, colocar o aluno em contato sistemático com o papel de ledor e escritor, compartilhando a multiplicidade de finalidades que a leitura e a escrita possuem: ler por prazer, para se divertir, para buscar alguma informação específica, para compartilhar emoções com outros; escrever para expressar as idéias, para organizar os pensamentos, para aprender mais, para se comunicar a distancia, para influenciar os outros neste sentido, a escola deve organizar o ensino para formar alunos praticantes da língua no sentido mais amplo, ou seja, formá-los para que saibam produzir e interpretar textos de uso social: orais e escritos. Foi diagnosticado nesta unidade escolar um alto índice de alunos com dificuldade de leitura e escrita, sendo este o maior problema enfrentado pela nossa clientela que tem apresentado desinteresse pela leitura e produção textual.

Este projeto sugere a intervenção no problema da dificuldade de leitura e produção textual, objetivando promover ações que aperfeiçoe as habilidades de leitura e escrita, possibilitando aos alunos o conhecimento dos vários tipos de textos nas mais variadas modalidades da língua escrita e falada, contribuindo para a superação ou minimização das dificuldades de leitura e produção escrita.
O cotidiano na escola nos aponta as dificuldades pelas quais os professores passam quando tentam aprimorar o gosto pela leitura. Isso ocorre porque ela esta associada apenas ao ambiente escolar, com finalidade pedagógica. No caso desta Unidade Escolar, percebeu-se claramente em grande parcela dos alunos, pouco envolvimento nas atividades que tem a leitura como elemento principal. Um indicador que evidência a situação da leitura no Colégio Estadual Professor Joel Americano Lopes, é o IBED que indica que a maioria dos educandos apresentam sérias defasagem na leitura.



Dessa forma esta Unidade Escolar promoveu uma discussão com a comunidade escolar para desenvolver uma proposta de intervenção que contribua com o processo de desenvolvimento da aprendizagem significativa da leitura e escrita bem como possibilitar o professor a refletir sobre suas ações, buscando outras estratégicas para estimular os alunos a lêem de forma prazerosa.



Para atender a esta problemática foi discutido que será desenvolvido atividades de leituras diária, compreendendo suas diversas maneiras de realização; leitura colaborativa; projetos de leituras.